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Último dia de inscrições para o 100 Startups to Watch, Cobli capta R$ 100 milhões

Último dia de inscrições para o 100 Startups to Watch, Cobli capta R$ 100 milhões: os destaques do ecossistema na semanaNão poderíamos iniciar a edição de hoje sem chamar a sua atenção para o fato de que esta sexta-feira (14/7) é o último dia para se inscrever no 100 Startups to Watch 2023.
Se você está atrasado, corra! Ainda dá tempo de preencher o formulário e cadastrar sua startup para participar da iniciativa que, há seis anos, lista as empresas de base tecnológica mais quentes do ecossistema de inovação. O grande destaque da semana foi a captação da Cobli.
Em mais um sinal de que a primavera pode estar finalmente se aproximando do mercado de capital de risco, a startup anunciou ter recebido um aporte de R$ 100 milhões para investir na evolução do seu produto de monitoramento de veículos comerciais.
Quem também divulgou investimento foi a Culttivo, agfintech que estruturou um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) de R$ 70 milhões para fornecer crédito a pequenos produtores de café.Também falamos sobre a chegada do Bard, o ‘ChatGPT do Google’, ao Brasil; o acordo firmado entre iFood e o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) sobre as relações de trabalho com os entregadores; e a nova parceria entre o fundo Estímulo e a Anjos do Brasil para gerar oportunidades a quem busca seu primeiro investimento. 
100 Startups to Watch é a newsletter de Pequenas Empresas & Grandes Negócios que leva a você as notícias mais relevantes do ecossistema de inovação.Boa leitura!
Por Rebecca Silva100 Startups to Watch 2023Você é pessoa fundadora de startup e ainda não completou a sua inscrição para o 100 Startups to Watch 2023?
Bom, se você deixou para se inscrever na última hora, ela chegou: hoje (14/7) é o último dia para se cadastrar e ter a chance de estar na lista das 100 startups mais promissoras do ecossistema de inovação brasileiro. Ao longo das últimas semanas, preparamos uma série de materiais especiais sobre a seleção, que chega à sexta edição.
Vamos recapitular? O 100 Startups to Watch é uma iniciativa de Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS, em parceria com EloGroup e Innovc Edtech. Startups em qualquer estágio e de qualquer segmento podem se candidatar, porque buscamos startups que estejam em trajetória de ascensão. Nesta reportagem no site de PEGN, listamos quatro motivos para você se inscrever.A lista é uma chancela importante para quem procura visibilidade no mercado. Startups que figuraram na seleção ao longo dos últimos anos cresceram, levantaram capital e até se tornaram unicórnios. Nesta reportagem, relembramos Startups to Watch que atingiram valuation de US$ 1 bilhão. Também listamos logtechs healthtechs premiadas que seguiram suas trajetórias ascendentes. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.100startupstowatch.com.br até o fim desta sexta-feira. Não perca mais tempo! Se restou alguma dúvida, este guia pode te ajudar.
Caso a sua pergunta não tenha sido respondida, entre em contato pelo e-mail 100startupstowatch@elogroup.com.br, informando se o cadastro foi iniciado e o endereço de correio eletrônico utilizado. AportesCobli. 
A startup de gestão de frotas levantou uma rodada de R$ 100 milhões, liderada pela International Finance Corporation (IFC) e pela Fifth Wall, acompanhada por Qualcomm Ventures, NXTP Ventures e GLP Capital Partners, que já investiam na empresa. O capital será usado para expansão do time e evolução do produto. Segundo Rodrigo Mourad, CEO e fundador, mais de R$ 20 milhões serão destinados para a área de desenvolvimento nos próximos meses: a startup pretende explorar mais o potencial da inteligência artificial e como as imagens geradas pelos equipamentos podem fornecer dados para os clientes.
Entre as funcionalidades que a Cobli quer evoluir estão reconhecimento facial e de acidentes. Atualmente, a Cobli opera a partir de sensores instalados nos veículos, que captam informações sobre localização, trajeto, acelerações e frenagens, entre outros.
Culttivo. A agfintech anunciou a captação de R$ 70 milhões por meio de um FIAgro FIDC para fornecer crédito a pequenos e médios produtores de café. A operação foi estruturada pela Octante Capital e contou com a participação de bancos, family offices e investidores pessoas físicas. Segundo estimativas da startup, a cultura cafeeira necessita, anualmente, de R$ 60 bilhões em financiamento de produção. Com o montante captado, a Cultivo pretende gerar mais de 500 operações de crédito até o fim de 2023.
RhevolutA ideia da startup de criar um match entre candidato e vaga a partir de um questionário com 16 perguntas atraiu um investimento de R$ 750 mil da Antler. O aporte será utilizado para escalar a operação. Criada há menos de um ano, a ferramenta já é utilizada por empresas como Amaro e EasyB2B. Segundo a Rhevolut, cerca de 100 novos candidatos se cadastram na plataforma diariamente.

Acordo judicialiFood se comprometeu a financiar R$ 6 milhões em pesquisas para analisar as relações de trabalho com entregadores e o mercado publicitário após firmar um acordo com o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) de São Paulo. A empresa de entregas assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), comprometendo-se a não despedir, bloquear ou suspender trabalhadores que se organizem em movimentos, partidos políticos, sindicatos, ou que participem de qualquer manifestação ou faça publicações em redes sociais em prol de direitos trabalhistas. 
O acordo é resultado de uma investigação instaurada em 2022, após uma reportagem da Agência Pública mostrar que o iFood contratou duas agências de comunicação para desmobilizar ações de entregadores de comida que pediam aumento das taxas repassadas pelo app e melhorias nas condições de trabalho. 
Em nota, o iFood negou a conduta investigada e afirmou que “o acordo foi fechado para evitar uma discussão jurídica que resultaria em um processo longo e desgastante para todas as partes envolvidas”. A plataforma está obrigada a criar um programa de conformidade em direitos humanos, a ser elaborado por uma empresa especializada. Em até 30 dias úteis, o iFood deverá listar três empresas para desempenhar a tarefa e identificar os potenciais riscos à violação de direito de transparência de suas atividades e como evitá-los.
O MPF selecionará a contratada. No caso de descumprimento, a multa é de até R$ 500 mil. 
IA em altaA ferramenta de inteligência artificial generativa do Google, o Bardchegou finalmente ao Brasil. Concorrente do ChatGPT, da OpenAI, o sistema é capaz de interagir com humanos, em português, criando conteúdos em textos, respondendo a perguntas e realizando tarefas determinadas pelos usuários.
 Divulgado pela big tech em fevereiro deste ano, o Bard foi lançado oficialmente há três meses, inicialmente para pessoas do Reino Unido e dos Estados Unidos. Em maio, já havia expandido para outros 180 países e territórios.
Agora, desembarca no Brasil e na União Europeia. Segundo um relatório do CB Insights divulgado nesta quarta-feira (12/7), startups de IA generativa captaram US$ 14,1 bilhões em 91 rodadas até agora em 2023.
O valor inclui o aporte de US$ 10 bilhões da Microsoft na OpenAI em janeiro. Mesmo sem a rodada da criadora do ChatGPT, os números mostram um crescimento de 38% nos investimentos em relação ao ano de 2022. 
E, se o assunto é tecnologia, é claro que Elon Musk não ficaria de fora. O fundador da Tesla anunciou o lançamento da xAI, empresa voltada para o desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial. Segundo o site oficial da companhia, o objetivo é buscar “entender a verdadeira natureza do universo”. 
O bilionário divulgou a notícia no Twitter – comprado por ele em outubro de 2022, por US$ 44 bilhões. A xAI diz ser uma companhia separada da X Corp – antigo Twitter –, mas que trabalhará em estreita colaboração com ela, a Tesla e outras empresas. Primeiro aporteO fundo de impacto social Estímulo e a rede de investidores Anjos do Brasil anunciaram, nesta sexta-feira (14/7), uma parceria para auxiliar empresas que estão em busca do primeiro cheque.
O fundo passará a compartilhar a sua base de empreendedores prontos para receber investimento-anjo com a rede de anjos. O plano é iniciar os aportes em agosto deste ano, com valores que podem variar de R$ 200 mil a R$ 2 milhões. “Já assinamos o contrato para formalizar a parceria e agora vamos encaminhar os contatos para fazer a conexão”, disse Vinicius Poit, CEO do Estímulo, com exclusividade a PEGN.A organização trabalha com 100 mil empreendedores, dos quais 3 mil já receberam crédito e outros 97 mil tiveram acesso a orientação, com palestras e cursos. “São empreendedores que não receberam dinheiro porque não passaram no nosso score de crédito ou estavam em uma faixa de faturamento que não atendemos.
Mas buscamos mantê-los na nossa base para ajudá-los”, afirma. Segundo Poit, a iniciativa também atenderá aqueles que não estão na base atual. Os interessados podem acessar o site do Estímulo, preencher um formulário com informações de sua empresa e fazer uma simulação de crédito.
O valor do impactoAntes de ESG se tornar a sigla da moda, Daniel Izzo já estava preocupado com o impacto das empresas. Em 2009, ele fundou a gestora Vox Capital, ao lado da norte-americana Kelly Michel (Artemisia) e de Antonio Ermírio de Moraes Neto. O objetivo era mostrar que havia uma nova forma de investir, indo além da análise de risco e retorno financeiro, avaliando o impacto que as startups geram. Desde então, a Vox já aportou em empresas como Celcoin, Isa Lab, Nude, Omens e Vitalk. Além da atuação com capital de risco – em alguns casos, gerindo os fundos de grandes empresas, como Albert Einstein e Banco do Brasil –, a Vox lançou um fundo de renda fixa em 2022 para investimentos a partir de R$ 100 em companhias que passaram pela curadoria da gestora, entre elas, AES, Ambipar, Dasa, Rede D’Or e Sicredi.Em entrevista exclusiva a PEGN, Izzo falou sobre a motivação por trás da criação da Vox, a importância de investir em impacto e o processo de seleção para os aportes feitos pela gestora. Você pode ler os principais trechos da conversa no site de PEGN
Nova categoriaDepois de produzir carnes à base de plantas, a foodtech Future Farm | Fazenda Futuro se lançou no mercado de bebidas vegetais, com produtos de aveia. O objetivo da startup é oferecer tudo o que uma fazenda disponibiliza, mas com produção 100% vegetal. De acordo com projeções da TetraPak, o mercado de laticínios vegetais deve crescer pelo menos 130% até 2025. Segundo Marcos Leta, fundador da foodtech, o pipeline de lançamentos da Fazenda Futuro no segmento não vai parar por aí. Estão previstos lançamentos de produtos como queijo, manteiga e iogurte. As novas bebidas à base de aveia estão disponíveis em três versões: original, baunilha e receitas, versão feita para substituir o leite de vaca na produção de pratos salgados e doces, no valor médio de R$ 15,75. As versões chocolate e barista devem chegar às gôndolas em agosto.OportunidadesConexão. 
O Pateo76, hub do Conselho de Inovação da Associação Comercial de São Paulo, lançou a terceira edição do programa Ac Boost, em parceria com o Sebrae-SP.
A iniciativa promove sessões de mentorias com empresários e especialistas, além de oportunidades de conexão com grandes players. O programa está aberto para todas as verticais de negócio, com inscrições gratuitas até o dia 23 de julho. Interessados em conquistar uma das 60 vagas devem se inscrever pelo link do hub.

Sustentabilidade. A varejista Lojas Renner lançou um desafio de inovação para encontrar formas de tornar sua cadeia de fornecimento mais circular e regenerativa. Desenvolvido em parceria com a The Bakery, o programa desdobra-se em quatro pilares: reciclagem de produtos têxteis, processos produtivos menos impactantes, ecossistema circular e regenerativo, e mensuração mais precisa dos impactos ambientais e sociais. As inscrições estão abertas até 26 de julho pela plataforma da Renner.

Financiamento. O Sebrae-SP e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) abriram duas chamadas para startups, para impulsionar o desenvolvimento de projetos em estágio inicial. As empresas devem estar sediadas no estado de São Paulo e ter faturamento bruto de até R$ 4,8 milhões. A chamada PIPE Sebrae é voltada a startups que querem desenvolver suas tecnologias. Há possibilidade de financiamento de até R$ 1,5 milhão pela Fapesp e de até R$ 250 mil pelo Sebrae. As inscrições vão até 27 de julho pelo site do programa. Já o PIPE Start tem foco em empresas em estágio inicial, com modelos de negócio relacionados a produção vegetal, animal e sustentabilidade. Os projetos receberão financiamento de até R$ 100 mil para validar as ideias. As inscrições podem ser feitas até 4 de agosto pelo link da iniciativa
FONTE: PEQUENAS EMPRESAS GRANDES NEGÓCIOS

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